(Desculpe os erros de portugues ainda nao os corrigi os....
Ninguém vem ser melhor com os anos
Poderá vir a ser confortavel
Poderá fazer dos remorsos comunicavel
O problema em todo sistema dos manos
Que no seu silencio inflama
Ceu, inferno gracas a deus
Marcha a crianca em Tschaikowsky
Cenas de crianca nos sonhos de Schumann
Lembrancas do ramalhete juvenal
O coracao do mundo emanam
A pequena estrela pergunta ao cavaleiro radiante: “para onde viajam o mundo!”
Chega, inflama e brinca na alegre noite
Quebra nozes
A noite vem e a sombra cai
E a magia do meio dia constantemente muda
A alma continua-se e continua-se perder-se na marcha rica da propria infancia
E uma curva fechada è uma longa haste
Foi –se bom o abacateiro
Lúcido, louco toureiro
O querer a raiz até ao veneno!
Veja a frágil crianca em duas lindas flores reunidas: a jovem e o jovem, ambos sao botoes abertos, silenciosamente em partes vao-se juntando na delicada natureza
Querida crianca, voce alimentou, voce dormiu,
querida crianca como voce gritou nesta forca de grau
saudade da estrela polar
saudade da estrela de ouro
saudade da noite na floresta
impulso, crescimento, desenvolvimento
saudade poco manancial fontemente
Humoresca aresta
Cena da linha dos jovens
Eles dominam a cena
Eles tem o dia e antena
Ah, o que nao se conhece
eternamente frio permanece
melancolia
o esplendor da terra necessita fumar a cinza
estar sem rochedo e sem minerio
a correnteza, onde está ela agora?
o passaro, a namorada do coracao, onde está a rosa agora?
e aquele humano que eu tornei-me e que eu longamente sou um com outro
Eu troquei-me, aonde está ele agora ?
taciturno vem ansia tranquila sentida
asas da morte em curto momento permanece em silencio
e as vezes por longo tempo através da rua vai-se…
filhos, flores, compras, tomas…
a humanidade festeja a cada nova estrela da manha a eternidade
oracoes cai o dia sobre o meu rosto
a noite e o dia em medida igual
dia e noite individual
tu és o destino
o caminho identico do caminhar
tudo morre, tudo morre prazerosamente
somente a eterna mae permanece
nesse constante vento passageiro
07 de julho de 2005-07-07