-
sábado, 4 de outubro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Minha lista de blogs
-
-
Depoimento do escritor cipotaneano Nezito Reis sobre os 300 anos de Cipotânea. - Cipotânea, amore mio Falar de Cipotânea, que comemora trezentos anos, não é fácil. Primeiro, é que vivi na roça, na Brejaúba até meus onze anos, quando fui...Há 14 anos
-
Atalho do Facebook
Pensamentos de atestamentos
A despedida poética do Ser baila na estadia do amanhecer.
Ela tem dor simétrica da beleza.
Quanto mais a gente tem, mais vontade tem da tônica certeza.
O amor é a partida do poeta no entardecer, enquanto sendas flasches
Sedentas sendando em sonoras vibracöes…
Animalis humaniis carregado por tensöes.:
Com duas patas em unicidade,
Anjos envergonhados na dimensäo da dualidade
A complexidade do pensamento vibra o juramento:
Eis, oh verdi veritas vino viola vida
Vitalidade do sentimento ateia fogo da eternal criatividade.
O Pensamento näo tem idade,
Os que muitos ficam na esfera da cidade näo brincam com o testamento.
A felicidade lisa happy monadas numa galáxia fria inconsciente.
Algas ferventes de limo ardente em lama
Nada näo existe, porquê tudo está ocupado
Seja ela com o chá da planta ou libertas de despacho
Fueiro de melro no campo da melodia no compasso
A música canta na Estrada D´ est mond por decreto
ritmo na sinfonia deste espaco
Na rima da alegria por certo, o Halleluiza passo…
Nina a sina do despertar sem auto controle da alvorada.

3 comentários:
Nós filósofos, nó filosófico!!!
Trilho caminhos dos meus “eus”, mas não sou Zeus.
Deparo-me com internas tormentas.
Dentro de mim mora o furacão no olho da floração e após tempestade nem sempre vem a bonança, mais certo è esperar…. Novas tempestades. Intranqüila certeza. Amarga verdade.
E o terceiro mundo. E a terceira guerra. E o terceiro sexo. São todos difíceis de entender…. Assim cantam os meninos do Rio Grande do sul, assim me encanta a canção ética. Cai à moda, cai à dinástica, cai à folha, cai à criança, o homem, o velho e cai dia após dia. Cai o pano, mas não cai tano. E o circulo? O circulo não cai, circula, roda, roda o morro abaixo rodando e quebrando arestas de falsos brilhantes. Enquanto quebra, molda e cria. E quem resistir estraçalha-se na bigorna. Em metais provados na bigorna ecoa os primórdios do espaço proclamado “marcharemos e abateremos tudo que for falso, se necessário o nosso próprio pensamento”. Benção ou maldição, eu não sei. O circulo é ação. O circulo è movimento. O circulo è indefinido, porque ele não è uma ciência e muito menos uma religião. Não somos adivinhos e a nós não interessa desvendar o amanha, porque ocupamos com o presente. E bananas verdes agarram nos dentes.
E a angustia perpetua me alimentando e fortalecendo nesta prazerosa tormenta.
Sapiente sapeca
Trinitario tara
Egoismo ecoa
Filme frenal
Acorda adia
Nato nectar
Hoje é hora
Amor adora
Dios devora
Elefante electro
Mamifero ancoral
Do ser
09/10/08
O meu lamento de viver é contar com o ponto da esperanza, está segundo a qual dizem ser a ultima que morre.
Todos aqueles que aguardam esta forza na esperanza velam o que socorre, na balanza.
A esperanza é a ultima que morre,
Assim vou sendo no que eu espero
E no vivendo é o que dá a minha sorte
Portanto a tenho, vivo e nao me desespero.
Se um dia assim com sol ou com chuva ela bater a minha porta dizendo:
“Eis aqui o teu desejo, pois venha aqui é a tua esperanza, vê se nao tarda,
Porque o fio um dia ela te alcanza”.
A caixa de tesouro com sonhos fechados está aposta ao paraiso terrestre,
Aqui podemos semear as sementes seis meses na estacion das pérolas amadas
Pagando o destino nao como erro, mas deleite que tudo por aí está decerto
Transformando, agindo e recebendo na interacion das rosas amarelas oder rosadas
E no dia que as orvalhadas da grande Rosa ofertada vir a ser transformada em IO.
E neste dia em que a Esperanza faltar o Mundo a encontrar, ela ficar assim mesmo a esperar o farol do nada da ala rosada.
O blog bambú amarelo comenta sobre o Xopotoense/Cipotaneano Nezito Reis - Sou natural de Cipotânea - M.G., mas estou em São Paulo desde 1968. Entre 68 e 1970 bati em várias portas e, sem conhecer a cidade grande. Estava à procura de algum grupo de teatro que me aceitasse. Eu queria trabalhar. Em setembro de setenta conheci o Professor Hamilton Saraiva. Com ele iniciei minha carreira dentro do teatro brasileiro. O começo foi muito difícil. Mas aos poucos fui me soltando, sempre orientado pelo Hamilton Saraiva (meu Gurú). O núcleo em que atuávamos era composto por quatro grupos: JAMBAÍ, MEAM, POLIARTE e CEPETIN. Esse último cuidava das produções infantis.
Em função de serem quatro grupos, todos os participantes desenvolviam várias atividades de teatro. Pelas mãos do saudoso Professor Doutor Hamilton Saraiva desenvolvi meu aprendizado em: Iluminação, Sonoplastia, Cenotécnica, Ator, Diretor e por último Professor. Iniciei em 1974 a atividade de oficineiro de Iluminação, além de Projetos, Workshops e Consultoria. Essas funções me dão muito prazer quando as executo. Dedico-as com muita responsabilidade como elas exigem do profissional. Minha didática de ensino não é baseada em experiências de laboratório, nem em suposições científicas. Mas sim em botar a mão na massa, na base do autodidatismo. Não há canudo nem de bacharel e nem de doutor. Mas, apesar de tudo, se você quiser, entre em contato.
Texto da Orelha: Trajetória de Azambuja Calado
Os Caminhos de um Brasileiro
Minas Gerais guarda um pedaço de sua história que é cheio de simbolismo mágico e, de certa forma é uma metáfora da vida: O Caminho Novo, também conhecido como Estrada Real.
Este trajeto tortuoso que partia da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro e chegava na reluzente Diamantina, antigo Arraial do Tejuco, onde brilhavam os olhos e as jóias da célebre Chica da Silva foi o meio de comunicação mais surpreendente de Minas. Por lá passou ouro, tramas e revoluções. Contrabando de riquezas, ideais e sonhos. Ao longo desta estrada cheia de lendas e histórias, muitos arraiais, vilas e cidades surgiram. Mesmo imersos na província distante de tudo e fechada aos estranhos, tínhamos a grande rota de passagem de tudo o que vinha de fora. O isolamento e o espírito cosmopolita se misturavam de forma estranha e surpreendente.
Talvez seja esta vocação de inesperada junção do isolado com a abertura para o mundo tenha forjado este jeito diferente destes mineiros matutos e astutos que ali começaram sua caminhada.
Nezito Reis, autor deste belo livro, talvez não assuma diretamente a intenção confessional e autobiográfica de sua obra, mas o certo é que muito do que fala seu personagem-narrador é dele mesmo extraído e este olhar atento tão bem apresentado ao longo das páginas seguintes, tem muito a ver com a gente que se acostumou a ver a vida passar pela Estrada Real. E, quando cansou de ver passar, resolveu caminhar também por ela.
Cipotânea, Barbacena, Juiz de Fora, Rio de Janeiro, São Paulo, Buenos Aires, Nova Iorque. Nenhuma cidade ou acidente geográfico é capaz de prender a alma aventureira do homem que deseja conhecer o mundo e a vida, não por ouvir dizer, mas com os próprios olhos e por meio do coração.
Este livro fala de caminhada. Os pés do viajante levados pelo coração. A estrada é sua própria existência. Por ser trajetória é estrada. Por ser vida é real.
Vida real. Estrada irreal...
Edson Brandão
Artista Gráfico e Historiador
http://www.nezitoreis.com
Postar um comentário