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quinta-feira, 21 de maio de 2009
A Caminhada do Ser... a vida no Ter.... poesia de Nônô Silva Matos de Cipotânea MG
A caminhada do Ser
A vida do Ter
Neste merecer
Sol entardecer
Atando oleadas
Ceivando amores
Costas pêras adas
alegria das dores
em Margens magias paradas
Ie maná manu tambo
Jais ides no matubo
Dos tristes Justus mulambos
Ei manjá, oh, solo tango
Na jangada do barcante matuto
Na fiesta da natura rarefeita dela, a beleza
Seja ela uno oder nous tela, a certeza
Ie um mandarina del vento da fumaca
Da alegria veritas daquela que passa.
Vida cerebral no pingo manto surdo bate na S´arca.
Caronte carado com a criara do fio da Vaca.
Ye haood wolfs viriatas verenes da barca
Celebrante poeta satisfeita com a idéia do sinto mantra
Ie o amor est Afro ditas costas del Spiritus.
Da vida no paradieso disse o poeta parapeito,
Teatro da vida, soy máscara, sei
Variola ecológica del Y código mediúnico.
Ach, eu estava esquecendo do dia na espreita mar navios…
Tudo vai e volta em decifrados saltitúrnicos, navegados.
Tente decifrar a esfinge do poeta?
21 de maio de 2009
A vida do Ter
Neste merecer
Sol entardecer
Atando oleadas
Ceivando amores
Costas pêras adas
alegria das dores
em Margens magias paradas
Ie maná manu tambo
Jais ides no matubo
Dos tristes Justus mulambos
Ei manjá, oh, solo tango
Na jangada do barcante matuto
Na fiesta da natura rarefeita dela, a beleza
Seja ela uno oder nous tela, a certeza
Ie um mandarina del vento da fumaca
Da alegria veritas daquela que passa.
Vida cerebral no pingo manto surdo bate na S´arca.
Caronte carado com a criara do fio da Vaca.
Ye haood wolfs viriatas verenes da barca
Celebrante poeta satisfeita com a idéia do sinto mantra
Ie o amor est Afro ditas costas del Spiritus.
Da vida no paradieso disse o poeta parapeito,
Teatro da vida, soy máscara, sei
Variola ecológica del Y código mediúnico.
Ach, eu estava esquecendo do dia na espreita mar navios…
Tudo vai e volta em decifrados saltitúrnicos, navegados.
Tente decifrar a esfinge do poeta?
21 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Uma poesia de Limiro Honorato Texeira apresentando sua poética na serra da mantiqueira
Ei solidäo rasteira
Ai solidäo triste
Au solidäo merejeira
Oi solidäo existe
Que bom, Sol em idas no rio tigräo
Fazendo curves como canhäo
Quem näo amas a solidäo,
Näo atinge a montanha una do coracao.
Tenho saudade, mas näo sei quê, talvez seja apenas cortes da recordacäo.
Estou com saudade, näo das lembrancas do tempo passado, mas melancholia do tempo irado.
Tenho saudade do rio que cortava a beira do Silvestre na minha aldeia. De vez em quando batia me na forca do vento a roda da saudade numa magia grandiose.
Estou com saudade da vida com nostalgia do germinar, crescer e definhar compositions sinfônica como resoar das folhas na primavera.
Sou e estou com saúde gratis andando no sol e no 2 e sempre encontrando 3 vias: SSS-Saudade, Saúde, Solitário.
Ai solidäo triste
Au solidäo merejeira
Oi solidäo existe
Que bom, Sol em idas no rio tigräo
Fazendo curves como canhäo
Quem näo amas a solidäo,
Näo atinge a montanha una do coracao.
Tenho saudade, mas näo sei quê, talvez seja apenas cortes da recordacäo.
Estou com saudade, näo das lembrancas do tempo passado, mas melancholia do tempo irado.
Tenho saudade do rio que cortava a beira do Silvestre na minha aldeia. De vez em quando batia me na forca do vento a roda da saudade numa magia grandiose.
Estou com saudade da vida com nostalgia do germinar, crescer e definhar compositions sinfônica como resoar das folhas na primavera.
Sou e estou com saúde gratis andando no sol e no 2 e sempre encontrando 3 vias: SSS-Saudade, Saúde, Solitário.
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Pensamentos de atestamentos
A despedida poética do Ser baila na estadia do amanhecer.
Ela tem dor simétrica da beleza.
Quanto mais a gente tem, mais vontade tem da tônica certeza.
O amor é a partida do poeta no entardecer, enquanto sendas flasches
Sedentas sendando em sonoras vibracöes…
Animalis humaniis carregado por tensöes.:
Com duas patas em unicidade,
Anjos envergonhados na dimensäo da dualidade
A complexidade do pensamento vibra o juramento:
Eis, oh verdi veritas vino viola vida
Vitalidade do sentimento ateia fogo da eternal criatividade.
O Pensamento näo tem idade,
Os que muitos ficam na esfera da cidade näo brincam com o testamento.
A felicidade lisa happy monadas numa galáxia fria inconsciente.
Algas ferventes de limo ardente em lama
Nada näo existe, porquê tudo está ocupado
Seja ela com o chá da planta ou libertas de despacho
Fueiro de melro no campo da melodia no compasso
A música canta na Estrada D´ est mond por decreto
ritmo na sinfonia deste espaco
Na rima da alegria por certo, o Halleluiza passo…
Nina a sina do despertar sem auto controle da alvorada.
