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sexta-feira, 1 de maio de 2009

Uma poesia de Limiro Honorato Texeira apresentando sua poética na serra da mantiqueira

Ei solidäo rasteira
Ai solidäo triste
Au solidäo merejeira
Oi solidäo existe

Que bom, Sol em idas no rio tigräo
Fazendo curves como canhäo
Quem näo amas a solidäo,
Näo atinge a montanha una do coracao.

Tenho saudade, mas näo sei quê, talvez seja apenas cortes da recordacäo.
Estou com saudade, näo das lembrancas do tempo passado, mas melancholia do tempo irado.
Tenho saudade do rio que cortava a beira do Silvestre na minha aldeia. De vez em quando batia me na forca do vento a roda da saudade numa magia grandiose.
Estou com saudade da vida com nostalgia do germinar, crescer e definhar compositions sinfônica como resoar das folhas na primavera.
Sou e estou com saúde gratis andando no sol e no 2 e sempre encontrando 3 vias: SSS-Saudade, Saúde, Solitário.

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Pensamentos de atestamentos

A despedida poética do Ser baila na estadia do amanhecer. Ela tem dor simétrica da beleza. Quanto mais a gente tem, mais vontade tem da tônica certeza. O amor é a partida do poeta no entardecer, enquanto sendas flasches Sedentas sendando em sonoras vibracöes… Animalis humaniis carregado por tensöes.: Com duas patas em unicidade, Anjos envergonhados na dimensäo da dualidade A complexidade do pensamento vibra o juramento: Eis, oh verdi veritas vino viola vida Vitalidade do sentimento ateia fogo da eternal criatividade. O Pensamento näo tem idade, Os que muitos ficam na esfera da cidade näo brincam com o testamento. A felicidade lisa happy monadas numa galáxia fria inconsciente. Algas ferventes de limo ardente em lama Nada näo existe, porquê tudo está ocupado Seja ela com o chá da planta ou libertas de despacho Fueiro de melro no campo da melodia no compasso A música canta na Estrada D´ est mond por decreto ritmo na sinfonia deste espaco Na rima da alegria por certo, o Halleluiza passo… Nina a sina do despertar sem auto controle da alvorada.