O mundo como eterno retorno como desafio no produzir o “sobre-humano”
O circulo do eterno retorno è sempre movimento igual no novo querer vir a ser o que è. O tempo è a eternidade, um ser possível, uma constelação de força no humano que aparece numa forma de vida. O que è venha ser eternamente o que é. O mestre do eterno retorno è o martelo, como Nietzsche filosofara, a demolição necessária. Eu quero a vida como redimo, novo movimento da dança fala Nietzsche. Não há superação sem risco. Estimular o novo ímpeto, propulsão a impulsão, o acionamento do instinto. O eterno retorno experimenta toda coisa – eternamente a vida – nenhuma ciência ou teoria natural, nenhum caminho, sem ideal. O sobre-humano è o ultimo homem – César, Napoleão, Goethe. A boca de Zaratustra como o primeiro imoralista, a genealogia da moral. A expressão do fraco è o mundo de cansaço. Zaratustra è o caminho na inteira queda, o caminho de origem da caverna do silencio e o recheado dionisíaco do ser humano nesta queda, mas ao mesmo tempo transição e passagem onde o ser humano è ponte, de maneira onde ele si próprio autodiferencia no caminho da individualidade. Essa é a grande capacidade para produção. A ultima ação do espírito è a intercessão no corpo-psiquico através da idéia do circulo em alta tensão de abundancia no grande anseio, mas o espírito è a ferramenta do corpo-psiquico como instinto dionisíaco. Aí prazer e dor encontram-se igualmente como vontade para força. À vontade no sobre-humano è à vontade de uma forma do homem que o prazer é a sua própria acentuação auto-individual. O mesmo sim ao futuro e ao passado è a atualidade do homem. À vontade para futuro do homem como vontade para sobre-humano. Passado e futuro encontram-se em Zaratustra sem Deus. A vida sem determinismo, sem telos, o circular com todo futuro no passado.
A fatalidade da vida e a sobrehumanidade
A beleza do sobre-humano è a beleza do esplendor. O desejo e anseio do sobre-humano vêm ser através da sabedoria do eterno retorno. A morte è livre desejo de necessidade. O eterno retorno como a própria auto-afirmação na transformação como construção e destruição. A fé no mundo, o amor na eternidade e a disposição para morte. O homem no próprio enroscar e o retornar da espiral que sempre ajusta em caráter antagônico, hostil da existência com todo aumento de força e poder da vontade que também cresce a contra força - luta da força. E Zaratustra sabe livremente do desejo de sua morte porque ele tem atingido o seu destino. A constelação sobre-humana como esperança futura no niilismo. O momento da morte permanece no ceder a fatalidade da vida. Afirmar o sim para vida do homem é poder experimentar a sua vontade criativa. Atividade ativa na transformação como produção, autoretorno como próprio aumento. O canto do psíquico e a dança do corpo correspondem ao homem elevado. E a vontade para elevada vida è o elevado valor da vida. A luta contra tudo, o ultimo homem luta contra decadência, o não saudável. Dionísio è o deus do vivente, do próprio que relata o mistério do vir a distender o eterno em partes e novamente neste despedaço do eterno novo para vida, sempre vida. Grande desprezo para a canalhice. Do topo para o topo eleva-se o soerguimento. A coragem quer rir e rir sobre toda apresentação da tristeza e de séria tristeza. A canção, a leveza, o voar, pois agora através de mim dança um deus porque a valentia è ser bom. A própria pastagem è sem bajulação e adulação comigo como um deus ou diabo.
Um pequeno comentário final
A força do viver é múltipla. A grandeza è o grande, a baixeza è a pequenez. O sobre-humano é a “nova aristocracia” com orgulho, altivez, força, produtividade, criatividade, movimento e ação. A vida è luta. Nietzsche quer vida, ele pega a grande afirmação como arauto e intercessão da vida, o eterno retorno, o anel. A natureza do riso e a dança como expressão da vida alegre. Nietzsche está para César como Hitler para Nero. Wagner para o cristianismo como a “pedra do toque” do anti-semitismo da débil metafísica de um “ser superior” do totalitarismo. Alexandre está para a cultura decadente como Busch da liberdade doente. Esparta está para o militarismo como Atenas para o populismo. Nietzsche para o mito trágico em oposição da razão, assim como Tales para o logos. Sócrates está para o dogma assim como o sofista para a lógica. Alexandre está para o decadente como São Paulo para o demente. Zaratustra prefere a Itália e a Holanda do que a França e a Alemanha. E assim termina aqui essa pequena reflexão. E que tenhamos uma boa saúde com alegria, a danca e a valentia. Nietzsche e Zaratustra ainda continua a nos desafiar!
A despedida poética do Ser baila na estadia do amanhecer.
Ela tem dor simétrica da beleza.
Quanto mais a gente tem, mais vontade tem da tônica certeza.
O amor é a partida do poeta no entardecer, enquanto sendas flasches
Sedentas sendando em sonoras vibracöes…
Animalis humaniis carregado por tensöes.:
Com duas patas em unicidade,
Anjos envergonhados na dimensäo da dualidade
A complexidade do pensamento vibra o juramento:
Eis, oh verdi veritas vino viola vida
Vitalidade do sentimento ateia fogo da eternal criatividade.
O Pensamento näo tem idade,
Os que muitos ficam na esfera da cidade näo brincam com o testamento.
A felicidade lisa happy monadas numa galáxia fria inconsciente.
Algas ferventes de limo ardente em lama
Nada näo existe, porquê tudo está ocupado
Seja ela com o chá da planta ou libertas de despacho
Fueiro de melro no campo da melodia no compasso
A música canta na Estrada D´ est mond por decreto
ritmo na sinfonia deste espaco
Na rima da alegria por certo, o Halleluiza passo…
Nina a sina do despertar sem auto controle da alvorada.
Um comentário:
O mundo como eterno retorno como desafio no produzir o “sobre-humano”
O circulo do eterno retorno è sempre movimento igual no novo querer vir a ser o que è. O tempo è a eternidade, um ser possível, uma constelação de força no humano que aparece numa forma de vida. O que è venha ser eternamente o que é. O mestre do eterno retorno è o martelo, como Nietzsche filosofara, a demolição necessária. Eu quero a vida como redimo, novo movimento da dança fala Nietzsche. Não há superação sem risco. Estimular o novo ímpeto, propulsão a impulsão, o acionamento do instinto. O eterno retorno experimenta toda coisa – eternamente a vida – nenhuma ciência ou teoria natural, nenhum caminho, sem ideal. O sobre-humano è o ultimo homem – César, Napoleão, Goethe. A boca de Zaratustra como o primeiro imoralista, a genealogia da moral.
A expressão do fraco è o mundo de cansaço. Zaratustra è o caminho na inteira queda, o caminho de origem da caverna do silencio e o recheado dionisíaco do ser humano nesta queda, mas ao mesmo tempo transição e passagem onde o ser humano è ponte, de maneira onde ele si próprio autodiferencia no caminho da individualidade. Essa é a grande capacidade para produção. A ultima ação do espírito è a intercessão no corpo-psiquico através da idéia do circulo em alta tensão de abundancia no grande anseio, mas o espírito è a ferramenta do corpo-psiquico como instinto dionisíaco. Aí prazer e dor encontram-se igualmente como vontade para força. À vontade no sobre-humano è à vontade de uma forma do homem que o prazer é a sua própria acentuação auto-individual. O mesmo sim ao futuro e ao passado è a atualidade do homem. À vontade para futuro do homem como vontade para sobre-humano. Passado e futuro encontram-se em Zaratustra sem Deus. A vida sem determinismo, sem telos, o circular com todo futuro no passado.
A fatalidade da vida e a sobrehumanidade
A beleza do sobre-humano è a beleza do esplendor. O desejo e anseio do sobre-humano vêm ser através da sabedoria do eterno retorno. A morte è livre desejo de necessidade. O eterno retorno como a própria auto-afirmação na transformação como construção e destruição. A fé no mundo, o amor na eternidade e a disposição para morte. O homem no próprio enroscar e o retornar da espiral que sempre ajusta em caráter antagônico, hostil da existência com todo aumento de força e poder da vontade que também cresce a contra força - luta da força. E Zaratustra sabe livremente do desejo de sua morte porque ele tem atingido o seu destino. A constelação sobre-humana como esperança futura no niilismo. O momento da morte permanece no ceder a fatalidade da vida. Afirmar o sim para vida do homem é poder experimentar a sua vontade criativa. Atividade ativa na transformação como produção, autoretorno como próprio aumento. O canto do psíquico e a dança do corpo correspondem ao homem elevado. E a vontade para elevada vida è o elevado valor da vida. A luta contra tudo, o ultimo homem luta contra decadência, o não saudável. Dionísio è o deus do vivente, do próprio que relata o mistério do vir a distender o eterno em partes e novamente neste despedaço do eterno novo para vida, sempre vida. Grande desprezo para a canalhice. Do topo para o topo eleva-se o soerguimento. A coragem quer rir e rir sobre toda apresentação da tristeza e de séria tristeza. A canção, a leveza, o voar, pois agora através de mim dança um deus porque a valentia è ser bom. A própria pastagem è sem bajulação e adulação comigo como um deus ou diabo.
Um pequeno comentário final
A força do viver é múltipla. A grandeza è o grande, a baixeza è a pequenez. O sobre-humano é a “nova aristocracia” com orgulho, altivez, força, produtividade, criatividade, movimento e ação. A vida è luta.
Nietzsche quer vida, ele pega a grande afirmação como arauto e intercessão da vida, o eterno retorno, o anel. A natureza do riso e a dança como expressão da vida alegre. Nietzsche está para César como Hitler para Nero. Wagner para o cristianismo como a “pedra do toque” do anti-semitismo da débil metafísica de um “ser superior” do totalitarismo. Alexandre está para a cultura decadente como Busch da liberdade doente. Esparta está para o militarismo como Atenas para o populismo. Nietzsche para o mito trágico em oposição da razão, assim como Tales para o logos. Sócrates está para o dogma assim como o sofista para a lógica. Alexandre está para o decadente como São Paulo para o demente. Zaratustra prefere a Itália e a Holanda do que a França e a Alemanha.
E assim termina aqui essa pequena reflexão. E que tenhamos uma boa saúde com alegria, a danca e a valentia. Nietzsche e Zaratustra ainda continua a nos desafiar!
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